EDUCAÇÃO FÍSICA

A "educação física" é uma atividade dinâmica que contribui na formação ampla dos sujeitos, em seu aspecto social, bem como no desenvolvimento de seu lado individual, através de oportunidades *lúdicas que proporcionam equilíbrio entre corpo, mente e espaço.Desenvolve as habilidades motoras de qualquer sujeito, além de manter elementos terapêuticos, sejam eles emocionais ou físicos.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Hormônio ADIPONECTINA




Os ácidos graxos monoinsaturados são gorduras que podem ajudar a diminuir a gordura da barriga, prevenir o diabetes e o infarto. Essas gorduras estimulam a produção de um hormônio pelas células gordurosas, chamado Adiponectina, que tem a capacidade de influenciar o metabolismo das gorduras e do açúcar, e possui ação antiinflamatória.

Ácidos graxos monoinsaturados
São gorduras encontradas no azeite extra virgem, abacates, nozes, castanhas e chocolate amargo com altos teores de cacau.


Adiponectina
É um hormônio produzido pelas células de gordura chamadas adipócitos.

*A linhaça também aumenta a concentração de adiponectina .

Adiponectina e a queima de gordura: A Adiponectina encontra-se diminuída em indivíduos obesos. Exerce ação predominante sobre a gordura abdominal. Sinaliza ao corpo para queimar gordura em vez de músculos para produzir energia, por cerca de 5 horas após uma refeição rica em gorduras monoinsaturadas.

Adiponectina, prevenção do diabetes e a diminuição da fome por açúcar e carboidratos: A Adiponectina aumenta a capacidade do corpo de queimar glicose para produzir energia, através da melhora da função da insulina, diminuindo o açúcar circulante no sangue, diminuindo a vontade de comer açúcar, doces, pães, massas e outros carboidratos simples.

Adiponectina e a prevenção do infarto e derrame: Inibe a produção de mediadores de inflamação como a Interleucina-6 e Proteína C Reativa, exercendo ação antiinflamatória direta, principalmente sobre a parede dos vasos sanguíneos, prevenindo o infarto e o derrame. Previne as doenças cardiovasculares indiretamente também, através do controle da obesidade.

Prevenção da Síndrome Metabólica
A obesidade frequentemente vem acompanhada pelo aumento do açúcar, insulina e colesterol. Estes fatores associados constituem a Síndrome Metabólica que está relacionada com alto risco de doenças cardiovasculares.
O aumento do consumo das gorduras monoinsaturadas além de ajudar a emagrecer, previne o diabetes e as doenças cardiovasculares, servindo de excelente instrumento para prevenção da síndrome metabólica.

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sábado, 12 de novembro de 2011

Muxculação X Emagrecimento




A musculação sempre foi uma atividade norteada por mitos e idéias falsas, ficando muitas vezes reservada apenas para atletas de levantamento de pesos e fisiculturistas. Atualmente, com os diversos estudos científicos realizados, a musculação atravessa uma fase evolutiva em sua história, sendo considerada como um importante meio de obtenção de benefícios que proporcionam melhorias significativas na qualidade de vida daqueles que a praticam.  A prática da musculação, quando bem orientada, proporciona importantes alterações fisiológicas no organismo, que nada mais são do que benefícios físicos, mentais e sociais. Comprovadamente a musculação é um excelente meio de reduzir o percentual de gordura, mas os benefícios não se resumem a mera diminuição no tecido adiposo. O treinamento com pesos estimulará a síntese de proteínas musculares melhorando sua estética e as funções do aparelho locomotor. Além disso, os benefícios obtidos com o uso de exercícios sobrecarregados serão mais duradouros devido a manutenção e até mesmo elevação do metabolismo de repouso, que é relacionado com a massa muscular.

A musculação acelera o metabolismo do seu praticante, favorecendo a queima de gorduras pelo organismo. Apesar de na musculação você não queimar gordura como fonte de energia, durante o esforço (onde usa-se o fósforo, a creatina e a glicose anaeróbia), existe um processo chamado gliconeogênese, que é a utilização de gordura para repor as calorias perdidas durante o treino. Com o metabolismo acelerado, você continua queimando a gordura por muito tempo depois da atividade física. Nosso organismo leva cerca de 1 hora para voltar ao normal. Quem faz musculação tem o metabolismo 12% mais acelerado no pós-treino e até 15 horas depois esta taxa continua 7% mais alta.



sábado, 29 de outubro de 2011

Musculação X Doenças Cardiovasculares


Estudos mais recentes examinaram como as respostas circulatórias são afetadas por fatores como: a carga levantada, o grau de esforço requerido, o numero de repetições realizado, o tamanho da massa muscular ativa e as variações no ângulo das articulações ao longo do exercício.

Carga relativa muito alta estimula a realização da manobra de Valsava (fechamento da glote e conseqüentemente parada da entrada respiratória) e por esta razão grandes níveis de pressão arterial (PA) podem ser alcançados, sugerindo que não utilize cargas relativamente altas em portadores de doenças cardiovasculares.
Por outro lado parece ser muito normal na primeira repetição de uma série ocorrer uma pequena manobra de Valsalva, devido à pressão intratorácica que ocorre na maioria dos exercícios de musculação, esta pressão é transmitida diretamente ao fluido cérebro-espinhal o que estimula uma breve manobra de Valsava. Estes dois fatores, manobra de Valsava e pressão intratorácica diminui a PA e a velocidade muito rápida do retorno venoso no átrio direito (Pós carga) e assim diminuindo o esforço cardíaco e seus possíveis riscos.
Em indivíduos cardíacos não é recomendado métodos de treinamento que utilize repetições do tipo isométrica devido ao fato desta obstruir os vasos sanguíneos e assim levando ao aumento da PA. Já as contrações dinâmicas (concêntricas e excêntricas) submáximas, parece não causar obstrução dos vasos, ou ao menos não uma obstrução severa, mantendo assim um maior controle da PA.
Um fator muito importante no treinamento de musculação é o fato de após o termino de uma série submáxima, a PA e FC imediatamente caem aos níveis normais ou ligeiramente abaixo, demonstrando um grande benefício agudo da musculação para os cardíacos.
As séries finais de um exercício ou sessão de treinamento acabam que por estimularem maiores aumentos da PA comparando com as séries iniciais, diversos fatores podem causar este efeito, como: aumento da manobra de Valsava, maior esforço voluntário devido à fadiga, maior estímulo simpático e recrutamento aumentado de músculos acessórios, sugerindo assim que instrutores e treinadores diminuam a intensidade dos exercícios nas séries finais caso percebam um grande aumento dos esforços para terminarem o exercício.
A quantidade de volume muscular envolvido nos exercícios também exerce influência na PA, onde exercícios multiarticulares que envolvem mais grupos musculares podem elevar mais facilmente a PA se comparando com os exercícios uniarticulares, sugerindo que treinadores quando trabalhando com pessoas que facilmente elevam-se suas PA, utilize de preferência exercícios uniarticulares.
A amplitude do movimento nos exercícios também tem relação com o aumento da PA, muito lógico, já que ela tem relação direta com o esforço físico durante o exercício, desta forma em alguns exercícios amplitudes muito grande podem elevar a PA a níveis indesejáveis, principalmente nos exercícios multiarticulares como leg press, agachamentos, supinos, remadas, etc.
O treinamento de musculação, o qual provoca um grande aumento da força muscular acaba que por diminuir o esforço cardíaco em resposta a uma mesma carga levantada no inicio do treinamento, ou seja, um indivíduo que realizava o leg press com 100kg pode ter seu pico de PA de 140mmhg por 80mmhg, após três meses de treinamento com uma maior força muscular, ao levantar os mesmos 100kg no leg press, seu pico de FC e PA será menor pelo fato de agora seu nível de esforço para levantar 100kg é bem menor, devido ao aumento da sua força conquistada durante os três meses de treinamento. Devido a este fato é importante a reflexão destes efeitos nas atividades da vida diária, onde subir alguns degraus de escada, carregar sacolas de supermercado, carregar um balde de água, demandara menores esforços físicos e conseqüentemente menores riscos de problemas cardíacos e pessoas submetidas ao treinamento resistido.
A Musculação trabalhada dentro de algumas diretrizes é uma forma segura de treinamento que proporciona muitos benefícios, diferentemente de algumas outras formas de exercícios com maiores risco no aumento do duplo produto (FC e PA), aumento na Pós carga, excesso de oxidação e produção de radicais livres, impactos articulares demasiadamente, aumento na degradação de proteínas musculares, como é o caso das atividades aeróbicas como as corridas, caminhadas, ciclismo etc. Se atletas saudáveis destas modalidades já são parecidos com cadáveres falecidos a muitos anos, imagine agora um individuo de mais idade com problemas cardiovasculares e que muito provável já se encontre em um baixo nível de força e de tecido ósseo realizando estes tipos de treinamento. Bom, mas este é um assunto para outra matéria!
A musculação não representa riscos a portadores de doenças cardiovasculares ao contrário apresenta muita segurança quando aplicada cargas de treinamento próximo a 60% de 1RM, tempos de intervalo de recuperação um pouco maior, entre 2 a 3 minutos são mais seguros para manter a FC e PA em níveis mais baixos. Exercícios uniarticulares devem ser os preferidos, desta forma utilizem o crucifixo ao invés do supino, puxador alto ao invés de remadas, roscas sentadas ao invés de em pé, entre outros inúmeros exemplos, e caso sejam utilizados exercícios multiarticulares que estes sejam realizados com pequenas amplitudes.

Artigo: http://fisiculturismo.com.br/2011/10/seguranca-da-musculacao-nos-incidentes-cardiovasculares

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Testosterona e Cortisol (Hipertrofia)



Testosterona

A testosterona é um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo. Ele é o principal hormônio ligado ao ganho de massa muscular e à diminuição da gordura corporal.
A quantidade de testosterona no corpo é um fator limitante para o ganho de massa muscular porque não é possível ganhar mais massa muscular se os níveis de testosterona não estão equilibrados. A testosterona, apesar de ser um “hormônio masculino”, é encontrado tanto em homens como em mulheres, ainda que a quantidade de testosterona no corpo das mulheres seja muito menor.
Níveis baixos de testosterona limitam o ganho de massa muscular. Atletas que fazem uso de testosterona sintética (os chamados "esteróides anabolizantes") têm um crescimento muscular rápido, pois esse fator limitante acaba. Contudo os efeitos colaterais do consumo de "esteróides anabolizantes" são graves e não justificam os benefícios de curto prazo que possam trazer.

Cortisol

Cortisol é um hormônio esteróide secretado pelas glândulas adrenais(supra-renais). Também é conhecido como o “hormônio do estresse” porque quando os seus níveis sobem vêm acompanhados de estresse físico e emocional. Deficiência ou excesso deste hormônio pode levar a vários sintomas físicos. O cortisol é secretado quando o corpo entra em estresse, isto causa a quebra de tecido muscular, o que leva uma liberação de aminoácidos na correte sanguínea. Depois deste processo os aminoácidos são sintetizados pelo fígado e transformados em energia, isto aumenta o nível de açúcar no sangue e mais glucose estará disponível para o cérebro usar com combustível. Estes processos ocorrem para manter o corpo funcionando durante períodos de estresse.

Como o Cortisol afeta os Fisiculturistas

Como você pôde perceber, o cortisol é um hormônio catabólico, pois facilita a quebra de tecido muscular no corpo. Altos níveis de cortisol levam o corpo de um nível anabólico(construção muscular) para um nível catabólico(perda de músculo). Existem vários fatores ajudam a “acionar” o cortisol no corpo. Qualquer situação que deixe uma pessoa estressada física ou mentalmente já é o suficiente para gerar cortisol: brigas, problemas familiares, financeiros, ansiedade, mas o principal inimigo dos fisiculturistas ou aspirantes é o excesso de treino. Excesso de treino pode gerar secreções catastróficas de cortisol e colocar a pessoa em estado catabólico, este é mais um motivo para você entender que mais treino, não significa mais resultados.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Formação Profissional em EDUCAÇÃO FÍSICA



Livro: "Formação Profissional em Educação Física - Esporte e Lazer
Autor: Lamartine P. DaCosta

"... aqui entendido como um profissional mais diversificado que um professor, atendendo ás diferentes versões dos exercícios e jogos corporais ..."

domingo, 4 de setembro de 2011

Relação Cintura X Quadril


A relação entre a cintura e o quadril (RCQ), é um excelente meio para identificar a existência do risco aumentado para doenças cardiovasculares e hipertensão arterial.
Para saber se faz parte do grupo de pessoas com alto risco para desenvolver doenças do coração,é preciso descobrir qual é a relação entre a cintura e o quadril. 
A conta é simples: (RCQ=c. cintura/c. quadril)
Com uma fita métrica meça a circunferência da cintura e divida este número pela circunferência do quadril.
Resultados superiores ou iguais a 0,8 para mulheres e 1,0 para homens, indica alto risco para doenças cardiovasculares, sendo que o risco é maior quanto maior for o valor.
Estudos científicos provaram que uma grande concentração da gordura abdominal (próxima ao coração), mesmo sem considerar o grau de obesidade, é um factor de risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas.
CIRCUNFERÊNCIA DO QUADRIL – por intermédio de uma fita métrica aferir a circunferência do quadril na altura da maior circunferência das nádegas, coletar a medida em centímetros (cuidado para que a fita fique bem posicionada, sem dobras e alinhada horizontalmente), a fita não deve ser apertada e sim somente colocada no quadril.
CIRCUNFERÊNCIA DA CINTURA – por intermédio de uma fita métrica aferir a circunferência do abdômen na altura do umbigo, coletar a medida em centímetros (cuidado para que a fita fique bem posicionada, sem dobras e alinhada horizontalmente), a fita não deve ser apertada e sim somente colocada na barriga.
TABELA DE RELAÇÃO CINTURA - QUADRIL
CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS PARA HOMENS
IDADE
BAIXO
MODERADO
ALTO
MUITO ALTO
20 A 29
< 0,83
0,83 A 0,88
0,89 A 0,94
> 0,94
30 A 39
< 0,84
0,84 A 0,91
0,92 A 0,96
> 0,96
40 A 49
< 0,88
0,88 A 0,95
0,96 A 1,00
> 1,00
50 A 59
< 0,90
0,90 A 0,96
0,97 A 1,02
> 1,02
60 A 69
< 0,91
0,91 A 0,98
0,99 A 1,03
> 1,03

CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS PARA MULHERES
IDADE
BAIXO
MODERADO
ALTO
MUITO ALTO
20 A 29
< 0,71
0,71 A 0,77
0,78 A 0,82
> 0,82
30 A 39
< 0,72
0,72 A 0,78
0,79 A 0,84
> 0,84
40 A 49
< 0,73
0,73 A 0,79
0,80 A 0,87
> 0,87
50 A 59
< 0,74
0,74 A 0,81
0,82 A 0,88
> 0,88
60 A 69
< 0,76
0,76 A 0,83
0,84 A 0,90
> 0,90


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Futebol e Nutrição



         O futebol é o esporte mais popular e praticado no mundo. Aproximadamente 88% de uma partida de futebol envolve atividades aeróbias, e os 12% restantes, atividades anaeróbias de alta intensidade. Durante um jogo de futebol, os jogadores percorrem em torno de 11km.
Os jogadores de futebol devem seguir uma dieta que contenha uma quantidade de calorias adequada e permita tanto a manutenção de peso corporal quanto o fornecimento de calorias suficiente para atender a demanda de treinos e jogos. Esse gasto diário está entre 3.150 e 4.300kcal.

Carboidrato

A ingestão de 312g de carboidrato, nas 4 horas precedentes ao inicio do exercício resulta em aumento de 15% no desempenho físico. A ingestão de carboidrato 10 min antes do início de um jogo diminui o uso do glicogênio muscular em 39%, aumenta a velocidade de corrida e a distância percorrida na segunda metade do jogo em 30%. Os jogadores que ingerem bebidas com carboidrato mantêm intensidade maior de exercícios durante o jogo, comparados aos que consomem apenas água.

A ingestão de carboidratos após treinos e jogos deve ser feita o mais rápido possível para acelerar a reposição dos estoques de glicogênio.

Após o exercício é indicado que se consuma entre 0,7 a 1g/kg de peso corporal a cada 2 horas de carboidrato nos primeiros estágios de recuperação, perfazendo um total de 7 a 10g/kg de peso corporal em 24 horas. Os carboidratos que devem ser consumidos neste período são os de alto índice glicêmico (bolos, biscoitos, pão branco, mel, batata cozida, tapioca, milho, etc), pois eles promovem maior reposição dos estoques de glicogênio muscular, durante as 24 horas de recuperação. A presença de outros macronutrientes na dieta pós-exercício não altera a síntese de glicogênio muscular, desde que quantidades suficiente de carboidratos sejam ingeridas simultaneamente.

A ingestão de carboidratos deve representar 60 a 70% do valor energético total diário, ou seja, no mínimo 8g de carboidratos/kg de peso corporal/dia.

Proteínas e Aminoácidos

As necessidades de um atleta são maiores que as de um indivíduo sedentário devido às lesões induzidas pelo exercício nas fibras musculares.

Uma dieta rica em proteína (carnes, ovo, leite, iogurtes, queijos) contribui na preparação dos atletas para uma competição.

Os aminoácidos do fígado e dos músculos podem ser oxidados com produção de energia durante o exercício, fator que pode ser aumentado pelos treinamentos de resistência.

Os músculos também sofrem danos com os exercícios intensos, mais comumente em nível microscópico, o que ajuda a esclarecer a importância das proteínas nos processos de reparação e recuperação.

A ingestão de 1,4 a 1,7g de proteína/kg de peso corporal por dia para jogadores de futebol é considerada a mais adequada.

O fornecimento de proteína além desse valor pode resultar em estocagem do esqueleto carbônico dos aminoácidos na forma de gordura, ou em oxidação desses. A oxidação de aminoácidos aumenta o risco de desidratação por causa da necessidade da diluição de seus metabólitos, excretados via urina.

Gorduras

Junto com o carboidrato, a gordura é a principal fonte de energia durante o exercício.

Uma redução muito severa no consumo de gorduras não é indicada, já que esse nutriente participa do metabolismo, da produção de energia, do transporte de vitaminas lipossolúveis e são componentes das membranas celulares.

O total de lipídios (gorduras) consumidos deve ser igual ou menor que 30% do valor energético total.

Vitaminas, Minerais e Suplementação

Os atletas estão sob o risco particular de ingestão inadequada de vitaminas e minerais pelo fato de se exercitarem por muito tempo em alta intensidade. Há também evidências de que pessoas fisicamente ativas perdem minerais pelo suor excessivo, fezes e urina.

Algumas vitaminas e minerais desempenham papel importante no metabolismo energético. Por isso, a inadequação de um ou mais micronutrientes pode comprometer a capacidade aeróbia e anaeróbia.

A suplementação, tanto de vitaminas quanto de minerais, pode ser útil quando houver necessidade de compensar dietas deficitárias por causa do estilo de vida, assegurar demandas de certos nutrientes devido aos exercícios extremos, corrigir alguma inadequação nutricional ou para atender às recomendações de micronutrientes.

Outros tipos de suplementação são comuns no futebol, entre elas a de carboidratos, repositores hidroeletrolíticos e creatina.

A suplementação de vitaminas e minerais é bastante comum entre atletas como forma de melhorar seu desempenho.

A suplementação vitamínica e de minerais melhora os níveis bioquímicos destes micronutrientes, mas não altera a captação de oxigênio ou a concentração de lactato no sangue durante exercícios aeróbios com intensidade elevada.

Portanto, deve-se ter atenção especial em relação ao consumo de frutas e hortaliças na dieta de um jogador para assegurar ingestão adequada desses nutrientes e assim, não comprometer seu desempenho.

sábado, 13 de agosto de 2011

SUBSTRATOS ENERGÉTICOS



A nutrição esportiva, apesar de ainda ser muito recente como ciência, tem se tornado cada dia mais independente como área de atuação do profissional nutricionista. Podemos ser cada vez mais específicos às necessidades de desempenho e composição corporal do esportista e do atleta. Quando falamos em esportista, nos referimos também ao indivíduo praticante de atividade física, uma vez que é comum a atuação do nutricionista em academias e consultórios com este perfil de clientela, em busca de emagrecimento e qualidade de vida, e ainda de atletas com fins competitivos e objetivos de performance e melhora da composição corporal.
 A base da nutrição e fisiologia aplicada ao exercício será igual para ambos, porém os cuidados poderão ser mais direcionados quando problemas comuns são encontrados nestes diferentes grupos.
 O fornecimento de energia acontece quando há uma demanda (solicitação) do músculo em contração. A energia do alimento não vem pronta para a utilização, este passará por um processo de degradação através da digestão e posteriormente serão armazenados em formas mais compactas. Os carboidratos que são quebrados em moléculas de glicose, serão armazenados no músculo e no fígado em forma de glicogênio. A gordura é degradada em ácido graxo e glicerol e armazenadas em forma de triglicérides, e os depósitos de proteínas encontram-se sob a forma de aminoácidos.
 O substrato energético utilizado durante o exercício dependerá do tipo, intensidade e duração da atividade física. Dependendo da modalidade esportiva em questão basicamente três sistemas de fornecimento de energia estarão atuando para o desenvolvimento do indivíduo: ATP-CP; Sistema Anaeróbio; Sistema Aeróbio.
 Quando o indivíduo passa de um estágio de repouso e dá inicio ao exercício, o primeiro sistema de fornecimento imediato de energia é ativado para fornecer energia rápida ao músculo em atividade à Sistema ATP-CP. A atividade pode durar segundos como provas de curta duração e alta intensidade, como corrida de 100 metros, provas de natação de 25 metros, levantamento de peso, sprints no futebol ou uma cortada no volley.
 Esta energia é proporcionada pelos fosfatos de alta energia (ATP e CP) armazenados dentro do músculo específicos em atividade, portanto a sua liberação acontece mais prontamente. O ATP é a principal fonte de energia para todos os processos do organismo, porém esta fonte de energia é limitada e deve ser continuamente reciclada dentro da célula. Esta ressíntese acontece a partir dos nutrientes e do composto Creatina Fosfato (CP). Os estoques de creatina fosfato são resintetizados pelo músculo a partir de três aminoácidos: glicina, arginina e metionina (s-adenosil metionina).
 À medida que o exercício continua, a via glicolítica – liberação de energia a partir dos carboidratos – é ativada. Existem dois estágios para a degradação da glicose no organismo. O primeiro é a decomposição de glicose para duas moléculas de ácido pirúvico e este é convertido em ácido lático. Estas reações envolvem transferências de energia que não necessitam de oxigênio – denominadas anaeróbias. Ocorrem durante exercícios de alta intensidade (Intensidade de exercício acima de 75% do V Max), e média duração (alguns minutos) como lutas, musculação, resistência localizada e de velocidade. De forma prática o conhecimento da intensidade do exercício será relatada pela freqüência cardíaca durante a sessão de treinamento. Por exemplo, uma aula de aeróbica em academia pode ser de alta intensidade para um aluno de baixa para outro melhor condicionado. No caso de intensidades altas, o principal substrato utilizado será o carboidrato, pela grande liberação de glicose durante a atividade. O tempo de exercício será limitado pela oferta de glicogênio disponível. Neste caso, suplementação com carboidratos durante é benéfica, podendo prolongar o tempo de atividade.
 Se o indivíduo mantém a intensidade do exercício moderada ou baixa com uma freqüência cardíaca abaixo do limiar (onde a demanda do ácido lático é pequena), o ácido pirúvico é convertido num componente chamado Acetil CoA, que entrará no ciclo de Krebs, iniciando o fornecimento de energia aeróbia, como em atividades de resistência, maratonas, ciclismo, caminhadas e natação.
 Neste momento, a gordura também contribuirá para as necessidades energéticas do músculo. O ácido graxo livre entra na célula muscular sofre uma transformação enzimática chamada B oxidação, e transformando em Acetil CoA, que entrará no Ciclo de Krebs. Este processo é denominado lipólise.
 Os depósitos de glicogênio Hepático e muscular são capazes de fornecer apenas 1.200 a 2.000 cal de energia, enquanto a gordura armazenada nas fibras musculares células de gordura podem fornecer cerca de 70.000 a 75.000 cal. Portanto, quando ocorre a utilização de ácidos graxos, o tempo de atividade tende a ser prolongado.
 Proporcionalmente, haverá maior utilização da gordura, entretanto, o carboidrato é necessário para dar início ao ciclo.
 Os exercícios aeróbicos, além dos benefícios cardiovasculares, potencializam a capacidade do músculo em utilizar a gordura como substrato energético, sendo uma forma de preservar o glicogênio muscular.
 A ingestão de gorduras não estimula o músculo a utilizar os ácidos graxos livres. Os fatores estimulantes para a lipólise são o exercício, a presença de oxigênio e um alto nível de catabolismo dos carboidratos.
 Os carboidratos e as gorduras serão os combustíveis preferenciais. Porém, as proteínas (formadas por aminoácidos), são transformadas nos intermediários do metabolismo como piruvato ou Acetil CoA, para entrar no processo de fornecimento de energia. Em caso de déficit de carboidratos, a demanda de proteína para atender as necessidades do músculo aumenta.

http://www.carinascapinelli.com.br/index.asp?s=textos&fam={2A1EDD41-5906-4BCE-8873-6934C34ACC10}&tipo=Artigos

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Recreaçao e Lazer



Introdução
    Há uma tendência em se confundir os termos tempo livre, lazer e recreação. O termo tempo livre faz referência a um marco puramente temporal, um espaço de tempo, onde a disponibilidade de tempo livre é uma condição para que possa haver o lazer. Como assinala Cuenca (1996) apud Pastor (1998), o lazer é uma área de experiência, uma forma de prevenir enfermidades, sobretudo uma atitude com a qual se vive uma experiência humana.

    A educação do lazer permite o aumento do tempo livre e a conscientização de que isto é benéfico para nosso bem estar. Educar para o lazer implica em considerar o processo educativo do indivíduo como uma educação integral, personalizada, uma educação para a vida.

    Através do lazer que inclui a recreação, abordando então os jogos cooperativos, pode-se dizer que o homem estará capacitado para usar seu tempo livre de forma construtiva. É fundamental que estes jogos façam parte da recreação e que esta, por si mesma, esteja inclusa no tempo livre do aluno constituindo um exercício para a liberdade. A educação do lazer através dos jogos cooperativos deverá ser então, um processo que implique atitude livre, aberta e flexível que permita ao aluno a construção de seu próprio tempo de lazer.

    A partir dessa pequena introdução, este texto tem como objetivo diferenciar lazer, recreação e jogos cooperativos, visto que muitos profissionais da área de Educação Física os confundem, aplicando-os muitas vezes de forma equivocada, seja nas aulas de Educação Física escolar ou nos momentos de lazer dos indivíduos.

Lazer

    O primeiro ponto para reflexão refere-se ao conceito de lazer. Segundo Bramante (2003) é um conceito decorrente da Revolução Industrial e influenciado pelo processo de urbanização, que vem sendo confundido com derivados tais como recreação, jogo, esporte, entre outros. Possui caráter interdisciplinar e conta com a contribuição de áreas como Filosofia, História, Antropologia, Sociologia, Geografia, além da Educação Física (EF) para seu entendimento.


    Paim e Strey (2006) afirmam que a civilização Grega foi a que mais permitiu a realização do ser humano através do lazer, já que o cidadão Grego levava uma vida de lazer, entendido na Antiguidade como a plena expressão de nobres virtudes. O trabalho, considerado degradante, era reservado aos escravos, sendo que o acesso ao lazer associava o indivíduo a certa casta (MARIN e PADILHA, 2000 apud PAIM e STREY, 2006).

    A partir do século XIX, o aparecimento das primeiras sociedades industriais fez com que o trabalho assumisse valor central no sistema social, e, consequentemente, o lazer assume as características atuais; existindo, assim, relação direta entre esse e o trabalho. Na sociedade pré-industrial, principalmente Europa e EUA, lazer e trabalho configuravam-se no mesmo espaço, sendo ainda encontrada essa característica nas sociedades rurais tradicionais. A partir da industrialização o tempo passou a ser controlado pelo trabalho, as pessoas planejavam as atividades diárias em função do tempo destinado ao mesmo. A distância entre o trabalho e a moradia aumentou consideravelmente, sendo que uma grande parcela do dia era utilizada com o deslocamento para o trabalho (BRUHNS, 1997).

    Devido à organização de movimentos operários na busca de melhores condições de trabalho, salariais e diminuição da jornada, leis foram criadas diminuindo a jornada semanal, instituindo fins de semana livres e férias. Surge então a idéia de ocupação do tempo livre de trabalho. O tempo de lazer, ou o tempo livre de trabalho:


    Constitui-se em um fenômeno tipicamente moderno, resultante das tensões entre capital e trabalho, que se materializam como um tempo e espaço de vivências lúdicas, lugar de organização cultural, tempo privilegiado para a vivência de valores que contribuam para mudanças de ordem moral e cultural (DIECKERT, 1984 apud PAIM e STREY, 2006).

    No Brasil o marco da relação lazer e trabalho ocorreu devido ao processo de urbanização na década de 70, e que cada vez mais reduz os espaços destinados ao lazer. Como se não bastasse a falta de espaços, outros problemas como expulsão das camadas menos favorecidas dos centros concentradores das áreas de lazer, falta de transporte para acesso dos indivíduos que moram nas periferias, o isolamento do homem por falta de estímulo do convívio, a iniciativa privada que transforma o lazer em mercadoria, carência de políticas públicas e verbas destinadas ao lazer, entre inúmeros outros fatores, agravam e dificultam o acesso ao mesmo pela população.

    Atualmente, o lazer apresenta-se como um elemento central da cultura vivida por milhões de trabalhadores, possui relações sutis e profundas com todos os grandes problemas oriundos do trabalho, da família e da política, que sob sua influência, passam a ser tratados em novos termos. Tem sido considerado o tempo livre do ser humano, momento em que as pessoas podem desfrutar experiências com prazer, tranqüilidade e até descansar. Portanto, o lazer deve ser um momento, em que o indivíduo se empenha em algo que escolhe, lhe dá prazer e que o modifica como pessoa. O prazer pode ser encontrado nas atividades lúdicas vivenciadas no contexto do lazer e, dentro deste quadro, encontram-se o esporte, os jogos, os brinquedos e as brincadeiras, assistir um filme, teatro, shows, práticas esportivas, passeios, ou um tempo para descanso. Daí, a importância desses no cotidiano das pessoas (DIAS e SCHWARTZ, 2002; PAIM, 2002 apud PAIM e STREY, 2006).

    O lazer é entendido, aqui, como a cultura, compreendida em seu sentido mais amplo, vivenciada no tempo disponível. É fundamental como traço definidor, o caráter “desinteressado” dessa vivência. Ou seja, não se busca, pelo menos basicamente, outra recompensa além da satisfação provocada pela própria situação. A disponibilidade de tempo significa possibilidade de opção pela atividade ou pelo ócio (MARCELINO, 2002).

     Não se deve pensar o lazer como um fenômeno que se sustentaria somente com atividades motoras de cunho esportivo e/ou atividades motoras de cunho menor, menos complexas, essa consideração seria um erro interpretativo do mesmo. Dumazedier (1980) apud Marcelino (2002) e Marcelino (1995; 2002) entendem o lazer como sendo as atividades em áreas de interesse diferenciadas que compõem um todo interligado. O interesse deve ser entendido como o conhecimento que está enraizado na sensibilidade, na cultura vivida. Esses autores distinguem seis categorias quanto ao conteúdo das atividades de lazer. Sendo eles:


    Artístico: universo estético feito de imagens, de emoções e sentimentos como ir ao cinema e teatro; Intelectual: cognitivo, objetividade, informação. Corresponde a busca de conhecimentos, científicos ou não, através de jornais e revistas, acesso à literatura; Manual: capacidade de manipulação de cada indivíduo. O uso das mãos é essencial, seja para transformar, para restaurar. Consiste em lavar o carro nos finais de semana, cultivar hortaliças, fazer crochê, tricô, entre outros; Físico: desenvolvido através de atividades físicas, podendo ser caminhadas, ginástica, esporte e atividades correlatas, executadas de maneira formal ou informal, em espaços tecnicamente planejados, como pistas, academias; Social: busca do indivíduo para relacionar-se com os outros, seja por convívio doméstico, ou com jogos e passeios com filhos, visitas a parentes e amigos, movimentos culturais; Turístico: desenvolvido através de atividades turísticas: viagens e passeios, por exemplo (MARCELINO 1995; 2002).

    Até aqui, buscou-se neste texto uma breve reflexão sobre a origem do lazer, sua evolução e realidade atual, culminando nos conceitos básicos para o entendimento do mesmo. O próximo ponto abordado será a recreação, sendo que esta vem sendo confundida com o lazer.
Recreação

    É muito comum escutarmos pessoas referindo-se ao lazer e recreação como sinônimos. De acordo com Cavallari e Zacharias (1994) lazer é o estado de espírito em que uma pessoa se encontra, instintivamente, dentro do seu tempo livre, em busca do lúdico, que é a diversão, alegria, entretenimento. Já a recreação é o momento ou a circunstância que o indivíduo escolhe espontaneamente e através da qual satisfaz suas vontades e anseios relacionados ao seu lazer.

    Os autores ainda chamam a atenção para cinco características básicas da recreação. Tem que ser encarada por quem pratica como um fim nela mesma. O único objetivo é recrear-se; escolhida livremente e praticada espontaneamente. Cada pessoa pode optar pelo que gosta de fazer, de acordo com seus interesses; a prática da recreação busca levar o praticante a estados psicológicos positivos. Ela deve estar sempre ligada ao prazer e nunca a sensações desagradáveis e negativas; deve propiciar o exercício da criatividade; a recreação deve ser escolhida de acordo com os interesses comuns dos participantes. As pessoas com as mesmas características têm uma tendência de se aproximarem e se agruparem na busca da recreação que mais se adequar ao seu comportamento.

    Sobre a recreação, deve-se destacar que o profissional de EF cria situações adequadas para que a pessoa possa se divertir. Essas não devem estar ligadas a momentos de estresse, tem-se cuidado com a competição extrema, assim como situações que podem levar o indivíduo ao constrangimento. A criatividade deve ser estimulada, principalmente em crianças. O profissional deve conhecer o perfil do grupo em que serão trabalhadas as atividades, sendo que quanto mais homogêneo, mais fácil para propor atividades atrativas e prazerosas. Dentre as possibilidades de atuação estão os acampamentos, colônias de férias, festas, clubes, academias, ônibus de turismo, navios, empresas, podendo ser direcionadas para crianças, adultos e idosos.

    Da mesma forma que é comum encontrarmos a idéia de que lazer e recreação são sinônimos, encontramos entre autores da área o consenso de que a recreação é um dos componentes do lazer. Através da análise dos conceitos básicos sobre a recreação, encontram-se características do lazer. A diferença principal segundo Waichman (2004) está no fato de que em uma experiência recreativa, deve haver, psíquica e biologicamente, uma disponibilidade de energia. “Recreação então, poderia ser uma atividade, um sistema, uma idéia, uma brincadeira, um esporte não competitivo, tudo o que nos proporciona entretenimento” (WAICHMAN, 1997).
Jogos Cooperativos

    Nessa linha de que a recreação não deve levar o indivíduo a uma situação de estresse, não estar ligada a competição extrema ou situações de constrangimento e que deve levar o indivíduo a estados psicológicos positivos; podem-se destacar os jogos cooperativos. Nesse tipo de jogo, caracteriza-se o esforço/união de todos para se atingir um objetivo comum, não existe o “jogar contra” e sim o “jogar com”, o foco está no processo e não no resultado do jogo. Outra característica marcante é o fato de que ninguém fica excluído e todos são vencedores quando a meta é alcançada. Além dessas, Guillermo Brown, autor de destaque no assunto, principalmente na América Latina, chama a atenção para a vivência das relações respeitosas existentes no jogo (BROWN, 1995).

    De acordo com Orlick (1989) apud Brotto (1999) os jogos cooperativos (JC) nasceram devido à preocupação com o exagerado valor atribuído ao individualismo e a competição na cultura ocidental. Ainda o mesmo autor, uma das principais autoridades do mundo em JC, destaca características como cooperação, aceitação, envolvimento e divertimento nestes jogos.

    Orlick (1978) apud Batista (in MOREIRA, 2006) destaca a versatilidade e adaptabilidade dos JC. Esses podem ser jogados em diferentes espaços, sem equipamentos específicos, envolvendo a participação de qualquer pessoa e as regras poderão ser adaptadas para atender às necessidades dos praticantes. Dividem-se em quatro categorias, diferenciadas pelo grau de cooperação existente em cada uma delas.

    A primeira chama-se “Jogos Cooperativos Sem Perdedores”. O esforço dos participantes é feito para alcançarem um objetivo único, sendo que não há perdedores. Na segunda categoria estão os “Jogos de Resultado Coletivo”. Existe a divisão em duas ou mais equipes, mas o objetivo do jogo só é alcançado com todos jogando juntos. Não há perdedores e os jogadores podem trocar de equipe. Já a terceira categoria de JC é chamada de “Jogos de Inversão”. O jogo envolve duas equipes, mas os jogadores trocam de equipe a todo instante, dificultando reconhecer vencedores e perdedores. As inversões podem ser realizadas através dos jogadores, que em determinado momento do jogo assumem posição na equipe oposta; rodízio do goleador, que troca de equipe assim que marca um ponto, gol ou cesta; inversão do placar, em que os pontos obtidos são dados para a equipe oposta; e a inversão total, no qual os pontos e o pontuador passam para a equipe oposta. Como última categoria encontram-se os “Jogos Semicooperativos”. Os equipamentos, regras e o nível de esforço são adaptados para estimular a participação de integrantes de todos os níveis de desenvolvimento, habilidades, força, etc.

    Percebe-se claramente, a partir das categorias de JC, conceitos inerentes ao lazer e, consequentemente, à recreação, o que o torna uma opção interessante tanto para as aulas de Educação Física escolar, quanto para momentos de lazer em diversos ambientes.
Conclusão

    O conceito de lazer surgiu a partir das tensões entre capital e trabalho, quando os sujeitos passaram a se preocupar com a ocupação do tempo livre de trabalho. Compreende o momento em que o indivíduo se empenha em algo que escolhe, lhe dá prazer e que o modifica como pessoa. Assim, pode estar ligado aos esportes, jogos, brincadeiras, práticas culturais ou, simplesmente descanso. Por sua vez, a recreação seria uma forma do indivíduo satisfazer seus anseios e vontades relacionadas ao lazer, estando ligada à diversão, alegria e entretenimento. Dentre as principais características estão: espontaneidade, volitividade, positividade, prazer e criatividade. Por isso, possui grande participação de profissionais de EF na orientação dessas práticas. Por fim, os jogos cooperativos seriam uma forma de recrear-se sem a preocupação com o caráter competitivo dado a diversas atividades recreativas e de lazer. Possui como características a coletividade, união, cooperação, além do prazer implícito na prática dos jogos.

http://www.efdeportes.com/efd149/lazer-recreacao-e-jogos-cooperativos.htm

sexta-feira, 8 de julho de 2011

REFRIGERANTE FAZ MAL PARA MÚSCULOS E CORAÇÃO

Pesquisa mostra que excesso de refrigerante pode provocar sérios problemas musculares e cardíacos. 



Um novo estudo mostra que pessoas que bebem grandes doses diárias de refrigerante podem ter sérios problemas musculares e até cardíacos devido à queda do nível de potássio no sangue.
Os pesquisadores analisaram pessoas que bebiam entre dois e nove litros de refrigerante por dia, incluindo mulheres grávidas internadas.
Uma gestante que bebia três litros de refrigerante por dia apresentava cansaço, perda de apetite e vômitos, enquanto outra, que consumia até sete litros diários (antes da internação), sofria de debilidade muscular. Após deixar de beber refrigerante e tomar potássio, as duas pacientes se recuperaram.
Moses Elisaf, da Universidade de Ioannina, na Grécia, explica que o excesso de refrigerante reduz o nível de potássio no sangue, o que provoca transtornos do ritmo cardíaco. Esses transtornos podem até matar. Porém, antes de chegar a esse extremo, a redução do potássio provoca debilidade muscular, palpitações e enjôos.
A redução do potássio é provocada por três componentes muito presentes em certos refrigerantes: glicose, frutose e cafeína.

Fonte:  Folha de S. Paulo

BIOIMPEDÂNCIA



Quando subimos na balança estamos pesando músculos, ossos, pele, órgãos, água, fluídos e gordura. Por isso, nem sempre quando os ponteiros ou números da balança indicam emagrecimento significa que perdemos gordura corporal. 

A meta de um programa de exercícios (recomendado por um educador físico) e de uma dieta equilibrada (prescrita por um nutricionista) deve ser a redução e manutenção da gordura corporal em níveis saudáveis e a manutenção ou aumento da massa muscular (tecido magro e metabolicamente ativo).  

Fácil, rápido, seguro e preciso! O exame de bioimpedância é um método moderno e considerado pela comunidade científica como de alta precisão na avaliação da composição corporal. Ele possibilita medir os percentuais de gordura que estão debaixo da pele e entre os órgãos, massa magra e água corporal. Isso é possível através de dois pares de eletrodos adesivos que são colocados na mão e no pé direito do examinado, que permitem que uma corrente elétrica de baixíssima intensidade e imperceptível passe pelo corpo. O exame é totalmente indolor e necessita de mínimo preparo prévio. Não é indicado para gestantes e portadores de marcapasso. 

Preparo prévio do exame:

. Ingerir, no mínimo, 2 litros de água no dia anterior ao exame
. Não fazer exercícios físicos ou sauna nas 8 horas que antecedem
. Não tomar bebidas alcoólicas e café nas 12 horas que antecedem
. Evitar o uso de medicamentos diuréticos no dia anterior ao exame
. Não estar no período menstrual ou pré-menstrual no dia do exame.

No momento do exame, é necessário remover apenas as jóias que estejam nos locais onde serão colocados os eletrodos. Os valores registrados pelo aparelho são informados ao Programa de Avaliação Corporal por Bioimpedância, que vai usá-los para efetuar todos os cálculos e gerar o laudo do examinado com os percentuais dos compartimentos corporais (gordura, massa magra e água).
Texto de Marília Fernandes
  

domingo, 8 de maio de 2011

FLEXITESTE

O flexiteste consiste em medir a mobilidade máxima de 20 movimentos corporais,
incluindo as articulações do tornozelo, do joelho, do quadril, do tronco, do punho, do cotovelo e do
ombro, sem aquecimento prévio. Cada movimento é medido em uma escala de zero a quatro, no
total de cinco níveis de flexibilidade. O teste é aplicado por um médico ou por um professor de
educação física, que força o movimento nas articulações do paciente até o ponto máximo de
amplitude, facilmente detectado devido à resistência mecânica ao prosseguimento da execução
ou ao relato de desconforto do avaliado.
O grau de flexibilidade é definido quando a amplitude alcançada é comparada com
padrões de flexibilidade, que vão de zero (flexibilidade praticamente inexistente); um (baixa); dois
(média); três (grande); e quatro (muito grande). O flexiteste é hoje ensinado na maioria das
faculdades de educação física do país e já foi tema de diversas teses pós-graduação. O flexiteste
permite que os graus alcançados em cada um de seus 20 movimentos sejam somados para a
obtenção do Flexíndice, que oscila numa escala de zero a oitenta, sendo que os graus zero ou
oitenta nunca foram obtidos na prática.
Pela natureza da escala e pelo modo como foram propositadamente desenhados os
mapas de avaliação, observa-se uma distribuição gaussiana para os dados, de forma que a
tendência central é o valor 2, os valores 1 e 3 são menos freqüentes e os valores extremos, isto é,
0 e 4 são bastante raros. Com a natureza gaussiana das escalas de cada movimento e a global, é
possível estudar todo o espectro da mobilidade, já que os valores extremos máximos - 0 e 80
pontos - nunca foram, na prática, obtidos. Dessa forma, não houve os denominados efeitos solo e/
ou teto, que tanto dificultam a utilização clínica de certos testes mais simples. Vários estudos de
fidedignidade intra e inter-observadores feitos com fotos de modelos ou com medidas reais em
indivíduos mostraram sistematicamente altos coeficientes de correlação intraclasse para o
Flexiteste.


Os 20 movimentos são:
1) Flexão do tornozelo;
2) Extensão do tornozelo;
3) Flexão do joelho;
4) Extensão do joelho;
5) Flexão do quadril;
6) Extensão do quadril;
7) Adução do quadril;
8) Abdução do quadril;
9) Flexão do tronco;
10) Extensão do tronco;
11) Flexão lateral do tronco;
12) Flexão do punho;
13) Extensão do punho;
14) Flexão do cotovelo;
15) Extensão do cotovelo;
16) Adução posterior do ombro com 180 graus de abdução;
17) Extensão com adução posterior do ombro;
18) Extensão posterior do ombro;
19) Rotação lateral do ombro com 90 graus de abdução;
20) Rotação medial do ombro com 90 graus de abdução.

Durante as pesquisas para a criação do flexiteste, foram avaliadas três mil pessoas
entre 5 e 85 anos, atletas e sedentários, que permitiram uma série de constatações feitas pelos
pesquisadores sobre os padrões de flexibilidade da população brasileira.
Pelas pesquisas, a média de flexibilidade é semelhante entre meninas e meninos até
os 6 ou 7 anos, mas a partir dessa idade as mulheres começam a se tornar sistematicamente
mais flexíveis que os homens.
A flexibilidade da criança se reduz drasticamente até a adolescência. Já dos 16 até os
40 anos, a redução da flexibilidade se dá de modo mais lento. A partir dos 40, porém, a queda da
flexibilidade volta a se acelerar e recebe influência de outros fatores como padrão de atividade
física e nível de saúde. O treinamento físico da flexibilidade, porém, melhora a mobilidade em
qualquer faixa etária. A hipermobilidade (mais de 70 pontos no ‘flexíndice’) é mais comum na
infância e nas mulheres. Essa alta flexibilidade é exigida por algumas modalidades esportivas,
como a ginástica olímpica ou o balé, mas, em outras modalidades, como o judô e o futebol, são
alcançados desempenhos desportivos excepcionais com valores relativamente baixos em
flexibilidade.

terça-feira, 3 de maio de 2011

O QUE TODO ARMADOR DEVERIA SABER (Prof.Paulo Murilo)



Desde o nosso último armador autêntico, Maury,desenvolveu-se em nosso país a figura do armador-finalizador,perfeitamente alinhado ao sistema do Passing Game,onde sua função primordial é a de iniciar uma sucessão de passes, correr por trás da defesa e ressurgir triunfante para a finalização,preferencialmente da linha dos três pontos ou, num lampêjo de gênio penetrar por dentro do garrafão buscando o"assistance" que reforçará sua estatística ao final do jogo.Nesse sistema o armador,ao correr por trás da defesa se ausenta do fóco da ação, atitude que deveria ser repensada pelos técnicos, pois a função de coordenação do ataque ao recair nas mãos dos pivôs que saem para fora do garrafão perde em qualidade e fragiliza o rebote ofensivo, além de limitá-los ao passe ou um arremesso de três pontos,que convenhamos não deveria ser o carro chefe de um jogador reboteador.Em alguns casos tentam a progressão com o drible errando na maioria das vezes.Por outro lado,os armadores passaram a correr o dobro da distância que corriam no passado,num desgaste brutal e perfeitamente dispensável.Essa mudança técnico-comportamental propiciou um quase definitivo abandono na arte do drible, pela adoção do passe como fundamento básico na estruturação tática de nossas equipes de uma maneira geral,esteriotipada e pouco criativa.Chamados de jogador"1" têm sido responsáveis por inumeras derrotas internacionais ao final de jogos, onde deveriam agir taticamente, mas sob pressão mais acentuada perdem o controle da bola em tentativas individualisadas,caindo em armadilhas pela baixa qualidade técnica de seu drible.Evoluir como"1" durante uma partida sob defesa pouco agressiva é bem diferente das exigências técnicas sob pressão contundente.Muitos de nossos armadores enfrentam um defensor mais combativo dando as costas para o mesmo, pois são incapazes de o enfrentarem de frente pela pouca ou quase nenhuma técnica na arte da finta e do drible.Quando de uma reversão o fazem sem a troca de mãos, assim como adoram a mudança de direção utilizando o drible pelas costas estando no centro da quadra, quando esse tipo de drible só deveria ser utilizado em um ângulo entre 30 e 35 graus em função da cesta.Como o angulo maximo da visão periférica se situa em torno dos 120 graus,torna-se óbvia a dificuldade que um armador enfrenta quando de costas para a cesta.Ambidestralidade então nem pensar,pois para um finalizador a mesma torna-se dispensavel.E o mais impressionante,com a cumplicidade de muitos árbitros desenvolveram uma maneira de facilitar o dominio da rotação da bola durante o drible, simplesmente interrompendo a trajetória do mesmo colocando a mão impulsionadora por baixo da bola anulando sua rotação, provocando um hiato suficiente para movimentar o corpo numa finta dissociada da ação da mesma, numa autêntica infração de sobre-passo, pois o binômio drible-passada é quebrado tornando o movimento ilegal.Com a bola imobilizada, mesmo numa fração de segundo torna-se fácil a mudança de direção e a reversão, numa flagrante demonstração de desconhecimento das técnicas do drible.Como é uma atitude que já vem sendo adotada a alguns anos dedúz-se que são ensinadas por técnicos pouco afeitos ao exaustivo mister de ensinar corretamente os fundamentos. Se o armador"1" age desta maneira o que dizer do "2"? Simplesmente podemos atestar que sob pressão intensa não temos armadores suficientemente preparados para enfrentá-la.Não é coincidência termos importado nos últimos anos não mais pivôs,e sim armadores.Nossas equipes melhoram muito suas performances, quando em raras oportunidades, ou pressionadas pela necessidade de velocidade utilizam dois armadores, retirando dos "3","4" e"5" a responsabilidade do drible, pelo fato de serem incapazes de realizá-lo com um minimo de eficiência.A adoção absurda do Passing Game levou a essa situação de penúria técnica,pois já que todos o adotaram para que desenvolver dribladores de verdade tomando um tempo que poderia ser utilizado na pratica das enterradas e do arremesso de três pontos? Esqueceram nossos grandes técnicos, ou não observaram que na NBA o Passing Game é todo voltado para o embate um contra um, onde o drible é fundamental, pois as flutuações e coberturas são praticamente proibidas,tanto na marcação individual como na marcação por zona,ao contrário do resto do mundo.Como aqui no Brasil todos jogam sob um mesmo sistema, as defesas se encaixam com mais facilidade são mais previsiveis,e mesmo com flutuações são pouco agressivas, dando aos armadores a falsa sensação de dominio, tanto na progressão ,como na finalização.Ao voltarmos,se isso fosse possível,aos esquemas com dois armadores,dois alas e um pivô, talvez estivessemos resgatando a arte dos fundamentos, arte esta que nos deu grandes vitorias e titulos no passado.Mas para que isso fosse possivel teriam os técnicos de se reprogramarem, que estudassem a arte do ensino dos fundadmentos, pois uma equipe com bons fundamentos é mais eficaz do que aquela que utilize um sistema baseado em pura coreografia,e o fundamento a ser especialmente estudado e ensinado é o drible. Interessante notar que em qualquer escalação que aparece nas transmissões da televisão americana,tanto da NBA, como da NCAA os jogadores são discriminados como Guard,Guard,Forward,Forward,Center.Nunca como 1,2,3,4 e 5! No dia em que nossos armadores forem capazes de sob intensa pressão,voltados para a cesta, com total dominio visual da quadra, criarem espaços ondem não existem, estabelecerem superioridade numérica ao ultrapassarem o adversário, e aremessarem como alternativa eficaz e não como prioridade da equipe,teremos de volta nossa maneira de jogar,que nos fez respeitados no mundo inteiro.Em outro capitulo falarei dos alas e pivôs,desculpem,dos 3,4 e 5...

25 Setembro 2004

segunda-feira, 25 de abril de 2011

GINÁSTICA LABORAL

Ginástica Laboral é a atividade física orientada, praticada durante o horário do expediente, visando benefícios pessoais no trabalho. Tem como objetivo minimizar os impactos negativos oriundos do sedentarismo na vida e na saúde do trabalhador.

A ginástica Laboral traz grandes benefícios para as empresas, motivo pelo qual essa atividade física é estimulada e implementada por diversas organizações.
 
Os impactos negativos do trabalho podem ocorrer em diversas esferas, tais como problemas físicos, psicológicos ou sociais. Mais diretamente, a prática de exercícios físicos gera benefícios físicos para o trabalhador.
Os benefícios psicológicos (estresse, poder
de concentração) ou sociais (espírito de equipe, confiança) também são bastante citados em estudos diversos.

Benefícios para a empresa:

Diminuir os problemas de saúde no trabalhador é sinônimo de aumento de produtividade na empresa.

Essa afirmativa se verifica de diversas formas, mas os principais pontos notados são a diminuição na ocorrência de faltas ao trabalho por motivos médicos e também a diminuição dos acidentes de trabalho.
Portanto, se por um lado o fator de sofrimento humano é significativamente reduzido, por outro lado a empresa é beneficiada ao promover programas orientados de Ginástica Laboral.
Há estatísticas citando um retorno de 3 a 5 vezes sobre a verba aplicada por uma empresa em um programa de ginástica e hábitos de saúde, considerando faltas, encargos sociais e outros fatores relacionados à saúde, afetando a produtividade da empresa.

Benefícios físicos para o trabalhador:

Os benefícios dependem diretamente do tipo de trabalho realizado. A maioria dos exercícios tenta diminuir o efeito da solicitação constante a que é submetido um trabalhador ao executar determinada tarefa, seja ela uma tarefa física ou não.
Desse modo trabalhadores que utilizam de seus músculos para manejar instrumentos, ferramentas ou produtos podem ser beneficiados por um programa de atividades para trabalhadores braçais. Por exemplo, trabalhadores em uma linha de montagem de uma fábrica necessitam de exercícios específicos para os grupos musculares utilizados para que não ocorra lesão muscular por superutilização, similar, por exemplo, à lesão de um atleta ao final de uma competição extrema. Afinal, a jornada de trabalho pode durar até mais de 10 horas, às vezes...
Por outro lado, trabalhadores administrativos como digitadores, secretárias, atendentes, etc. são acometidos de problemas posturais, musculares ou visuais. Assim, um bom programa de atividades para trabalhadores administrativos ajudará a diminuir lesões por tais fatores.
 






quinta-feira, 7 de abril de 2011

O que significa o VO2máx?


O que significa o VO2máx.? É o volume de oxigênio que nosss células conseguem retirar do sangue e aproveitar em um minuto. O VO2 vai aumentando cada vez mais durante o exercício até atingir um máximo, um plateau, a partir do qual não aumentará mais. Esse plateau é que é chamado VO2 máximo. Em termos práticos, quanto mais oxigênio as células conseguirem retirar do sangue em um minuto, melhor será a performance. Ou seja, quanto maior o VO2 máximo, maior o aproveitamento

A unidade do VO2 máximo é ml de oxigênio por kg por minuto (ml/kg/min).


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Calcular o IMC

Cálculo do IMC

Para fazer o cálculo do IMC basta dividir seu peso em quilogramas pela altura ao quadrado (em metros). O número que será gerado deve ser comparado aos valores da tabela IMC para se saber se você está abaixo, em seu peso ideal ou acima do peso.
Por exemplo, se você pesa 60Kg e mede 1,67m, você deve utilizar a seguinte fórmula para calcular o IMC:
IMC = 60 ÷ 1,67²
IMC = 60 ÷ 2,78
IMC = 21,5

Tabela IMC

Cálculo IMCSituação
Abaixo de 18,5           Você está abaixo do peso ideal
Entre 18,5 e 24,9          Parabéns — você está em seu peso normal!
Entre 25,0 e 29,9          Você está acima de seu peso (sobrepeso)
Entre 30,0 e 34,9           Obesidade grau I
Entre 35,0 e 39,9           Obesidade grau II
40,0 e acima           Obesidade grau III

Mas Afinal O Que é IMC

IMC é sigla de Índice de Massa Corpórea, uma medida para se determinar se uma pessoa está abaixo, em seu peso ideal, ou acima do peso.